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Queimadas e conscientização
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Drª. Ludmila Grace Martins
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Ocalor e a baixa umidade do ar registrada nos
últimos dias trazem de volta o problema que preocupa toda a região: as
queimadas. O assunto é batido, mas o crime é recorrente. Atear fogo em
mato é uma prática criminosa que pode resultar em pagamento de multa e, em
alguns casos, prisão.
Apesar das campanhas de divulgação, a população insiste em usar o fogo como ferramenta de limpeza contra o mato em terrenos baldios, colocando em risco a saúde e a vida das pessoas, além de causar danos ao meio ambiente. São gigantescos os prejuízos que são causados à biodiversidade, à dinâmica dos ecossistemas e a diversos tipos de agricultura do planeta, impactando significativamente os processos de mudanças climáticas na terra e do aquecimento global. Além disso, a fumaça pode trazer sérios riscos à saúde de quem vive próximo a esses locais, e contaminar o solo. O perigo continua após o fogo. O chão, sem plantas para estabilizar, fica suscetível de ser lavados pela água da chuva, especialmente em áreas inclinadas. Árvores suam como pessoas e introduzem a umidade do ar quando está quente. Se elas estão desaparecidas depois do incêndio, o clima se torna seco, aumentando as chances de acontecerem outros incêndios. O laço essencial que nos une é que todos habitamos este pequeno planeta, todos respiramos o mesmo ar, todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos, e, todos somos mortais. O ser humano é o maior responsável pelas queimadas e incêndios. A conscientização das pessoas é um importante passo, e a prevenção pode ser feita nas escolas, imprensa, instituições sociais. Para isso é importante aproveitar cada oportunidade e prejuízos causados pelo fogo. Muito se fala de consciência ambiental e da necessidade de deixar um planeta melhor para nossos filhos, mas esquecemos da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta! E vamos mais além, parafraseando Monteiro Lobato: “A natureza criou o tapete sem fim que recobre a superfície da terra. Dentro da pelagem desse tapete vivem todos os animais, respeitosamente. Nenhum o estraga, nenhum o rói, exceto o homem.” |
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sexta-feira, 6 de novembro de 2015
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Por mais propagandas e noticias que se de a respeito de queimadas, e as consequências que causam ao meio ambiente, animais,ao clima e a saúde das pessoas , não adianta, mesmo assim tem muita gente que colocam fogo em terrenos e sítios.,
ResponderExcluirGABRIELE CHRISTINE:
ResponderExcluirhttp://www.criatives.com.br/wp-content/uploads/2012/01/wwf-lungs.jpg
Diante das aulas anteriores,fiz um paralelo e relacionei a esta imagem, que me proporciona uma destruição gradativa do pulmão de uma floresta, este também esta relacionado as nossas vidas,pois se destruirmos nossas raízes estaremos ocasionando nossa própria destruição.
eimadas
ResponderExcluirPena Branca e Xavantinho
exibições
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Este chão abençoado
Tão disposto a céu aberto
Esquecido pelo homem
Agora vira um deserto
São pedaços de riqueza
Devorada como a peste
Veio a seca e tomou conta
Do sertão do meu Nordeste
Seu dotô o quê que eu faço
Pra acabar com tanta mágoa
Entre nuvens de poeira
Tudo é seca e não tem água
Na cacimba só tem lama
E o açude virou pó
Nos olhos daquela gente
Corre pranto que faz dó
Minhas vaquinhas morreram
Meu jumento já se foi
Só resta lá na catinga
A carcaça do meu boi
É assim que a gente sente
Lastimando a sorte ingrata
Tenha dó da nossa gente
E ajude um cabeça chata
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Esta musica,retrata exatamente o que o testo nos mostra,mas as pessoas,mesmo com tantas informações ,ainda continuam no erro.
Quando oiei a terra ardendo
ResponderExcluirGual a fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Uma breve citação da musica "Asa Branca", e a falta de respeito do ser humano , com ele próprio e com a natureza da qual nos precisamos ,porém tanta
judiamos
Larissa
A Ana Luisa Ribeiro, de 12 anos, nos mandou esse poema lindo:
ResponderExcluirA mãe natureza pede ajuda
São poucos os que escutam seu pedido de socorro
A mãe natureza chora
Ela chora sem parar, chora porque está morrendo
Chora porque estamos a matar
Estamos a matar cada fruto que ela da
Estamos a faze-la chorar
E por isso ela esta , ela esta sempre a chorar
Oque você ira fazer ?
Ira sentar, esperar até tudo se acabar?
Esse poema foi feito para pensar
Não para descartar
Foi feito para acordar os que dormem
Foi feito para alertar
Foi feito para refletir
Foi feito para agir
Ana Luisa Ribeiro
Idade : 12 Anos
Esse poema foi escrito por uma aluna de 12 anos ela mesmo incentivando a conscientização de um mundo melhor.